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12 De Maio De 1984. O Dia QueEntrou Para A História DaMercedes-Benz, Ayrton Senna ENürburgring!

O dia em que um novato que acabara de entrar para a F1 começou a conquistar seu lugar entre os grandes do automobilismo. Veja como foi!

No verão europeu de 1983, a nova W201 190E 2.3-16 cruzava a pista de Nardo batendo recordes mundiais. A Mercedes-Benz havia encerrado o desenvolvimento da sua versão de rallye, focando exclusivamente na versão para pistas. A ideia era retornar oficialmente às competições internacionais com este modelo. A possibilidade para isto veio em 1984, na corrida oficial de reinauguração do autódromo de Nürburgring.

 

No dia 12 de maio de 1984, a Daimler-Benz AG alinhou 20 exemplares idênticos (ok, haviam duas cores...) de suas novíssimas Mercedes-Benz 190E 2.3-16. Para pilotá-las foram convidados pilotos do primeiro escalão do automobilismo mundial que já haviam vencido em Nürburgring - fosse no GP da Alemanha de F1 ou nos 1.000km de Nürburgring. Gente como Jack Brabham, Stirling Moss, John Surtees, Niki Lauda, Keke Rosberg, Carlos Reutmann, Denis Hulme, James Hunt, Alain Prost, John Watson, Elio DeAngelis, Udo Schultz, Manfred Schurti e, claro, Emerson Fittipaldi.

 

Infelizmente - ou felizmente, dependendo do ponto de vista - Emerson não poderia estar presente. Para substituí-lo, os organizadores optaram por um novato brasileiro, recém chegado à F1, chamado Ayrton Senna. Nélson Piquet nem chegou a ser cogitado pois sua Brabham BT53 era movida por motores BMW.

 

Senna classificou-se em terceiro, atrás de Reutmann e Prost. Na primeira curva já estava em segundo. Na terceira volta, Senna tomou a liderança e, tirando cada gota de performance que sua 190E 2.3-16 oferecia, mostrou ao mundo que um novo talento havia chegado para se estabelecer definitivamente entre os grandes nomes do automobilismo mundial. Esta foi a primeira vez em que Senna venceu Prost em uma corrida oficial (Prost chegou em décimo quinto).

 

Hoje, a Mercedes-Benz W201 190E 2.3-16 pilotada por Senna encontra-se no Museum, em Stuttgart. Frequentemente é possível vê-la em uma das exibições do Museum.

 

CURIOSIDADES SOBRE O EVENTO:

Quem pegou Senna no aeroporto e o levou ao autódromo, um percurso de 2 horas, foi Alain Prost. Foi a primeira vez em que se encontraram por tanto tempo.

Após a corrida, John Surtees escreveu a Enzo Ferrari recomendando que ele contratasse o talentoso Ayrton Senna o mais rápido possível. Il Commendatore não deu muita bola. Azar o dele e da Ferrari, que ficaram num jejum de campeonatos mundiais até 2000, quando Michael Schumacker foi campeão pilotando por Maranelo pela primeira vez.

 

 

No primeiro link abaixo está um video sobre a corrida com depoimento de John Surtees, que participou dela. Aqui é possível ver o estilo de pilotagem de Senna, tirando o máximo de um carro de rua, apoiando-se nas zebras e em derrapagem controlada nas curvas.

 

No segundo link temos a história dos 10 anos de uma matéria que um jornalista da EVO apaixonado por estas duas lendas do automobilismo fez a respeito da corrida. Por influência de Senna ele, inclusive, comprou uma W201 190E, mas da série seguinte, com motor 2.5-16. É bonito ver o carro de Senna de volta ao palco da corrida, mesmo sem ter rodado - há mais de 10 anos ele não era ligado. O jornalista foi com sua 190E 2.5-16 da Inglaterra até lá. Sua W201 é a vermelha metálica da matéria.

 

Clique no terceiro link abaixo para conhecer as Mercedes-Benz de Ayrton Senna e ver os resultados completos da corrida de Nürburgring.

 

 

Histórias: A Mercedes de4.62 Milhões de Dólares

Uma de 29, esta 300SL 1955 de alumínio impressiona tanto pelo estado quanto pelo preço

Enquanto as 300SL "normais" chegam a preços acima de 1 milhão de dólares, este exemplar raro - uma de 29 apenas - feito todo em alumínio, era esperado chegar a algo entre 2,5 e 3 milhões de dólares pela casa de leilões Gooding & Company. O preço final surpreendeu a todos.

Mas, incrível mesmo, é o estado em que esta preciosidade se encontra. Parece recém saída da fábrica. O tempo simplesmente parou para este exemplar. Incrível. Parabéns ao seu afortunado novo proprietário.

Histórias: O Bom Mecânico

As Leis de Murphy são implacáveis

(UOL Notícias) Um mecânico de uma cidade no interior da Alemanha se meteu na maior encrenca depois que tentou "dar uma de esperto". Um dos clientes de Gilsroy Mansen, 26, deixou uma Mercedes-Benz 300 SL Gullwing, que é um modelo raro de 1954 do carro esporte, para uma revisão de rotina em sua oficina na cidade de Pleidelsheim. Gilsroy, bom conhecedor de carros que é, não resistiu e foi dar uma voltinha com a máquina, que pode chegar a fazer 159 km/h. Só que o test-drive não deu certo: o mecânico perdeu o controle do veículo em uma curva e se envolveu em um acidente.
Felizmente, de acordo com a imprensa alemã, o mecânico não sofreu um único arranhão.
Infelizmente, não se pode dizer o mesmo de sua conta bancária ou do Mercedes.
O carro teve perda total. E custa cerca de R$ 1,5 milhão.

Poesia Em Movimento

Conheça a história de uma paixão que demorou 30 anos para se concretizar

30 anos perseguindo um sonho. O carro que é uma coleção. Perseverança? Obsessão? Paixão!

 

Confira no link abaixo

A Verdade Por Trás Da AMGSem Placas De Steve Jobs

Como Steve Jobs fazia para circular sem placas pela Califórnia? E por quê?

Criador e amante de produtos de alta qualidade, não é de se estranhar que Steve Jobs tivesse uma AMG SL55. O que gerou uma lenda em torno disto era o fato dela não ter placas.

Muito se especulou a respeito, levantaram suspeitas de que ele haveria feito um acordo com as autoridades de trânsito da Califórinia e substituído as placas por um código de barras para que o veículo pudesse ser identificado no caso de infrações. Ou que as placas eram constantemente roubadas por nerds fanáticos pela Apple e, também, que ele haveria usado seu poder econômico para comprar o direito de não usá-las.

Na verdade, a história é muito mais simples, segundo Jon Callas, que prestou serviços de segurança na Apple no passado. As leis de trânsito da Califórnia permitem que um veículo seja dirigido por até 6 meses sem placas. Então, Jobs fez um acordo com as empresas de leasing que lhe serviam para, simplesmente, trocar de carro a cada 6 meses e, assim continuar dirigindo sem placas. Ele sempre trocava o carro por outra igual. Que vantagem que a companhia de leasing levava? Elas eram as únicas a ter AMGs praticamente novas e que haviam pertencido a Steve Jobs - o que para muitos valoriza o veículo -, além de um leasing sem fim.

Os carros realmente tinham um código de barras no lugar da placa, mas isto nada mais era do que o código de identificação usado pela fábrica/revendedores, nada tinham de ficção científica ou esquema para radares especiais da polícia.

Por quê ele fazia isto? Em nome da sua privacidade, para não ficarem especulando sobre significados especiais sobre os números de suas placas ou ficarem esperando para seguí-lo pelas ruas.

Bom, se a história das placas nada mais era do que a exploração de uma brecha na lei Californiana, um outro mistério ainda permanece: qual seria a razão dele estacionar nas vagas para deficientes na Apple?

Nosso Presidente na Veja SãoPaulo

Foi no Especial Carros da Veja São Paulo de 7 de dezembro

Numa matéria sobre os paulistanos e suas paixões por carros, nosso Clube não poderia deixar de estar presente. E foi muito bem representado por nosso presidente na edição especial Veja São Paulo Especial Carros, distribuída apenas a assinantes, em 7 de dezembro de 2011.

Para que nossos associados e amigos que não são assinantes da Veja em São Paulo tenham acesso à matéria, estamos disponibilizando a mesma no link abaixo.

Façam o download do PDF e boa leitura!

Nova Modalidade De Crash Test

Criada em Blumenau, Santa Catarina, em 22.10.2012

Depois do impacto contra uma barreira de tijolos, vem a queda de cerca de 3 metros e meio. Interessante. A Classe C saiu-se bem. O motorista teve ferimentos leves pois, como era o manobrista do local, muito provavelmente estava sem cinto de segurança.

A foto é de Jandyr Nascimento/Agência RBS

Parabéns Ao AssociadoAntonio de Lima Chambel Filho

Seu 5º lugar na Classificação Geral e 2º lugar entre os Clássicos nas 1000 Milhas Históricas Brasileiras foi um feito que entrou para a nossa história também!

Com sua 280 1971, Antonio de Lima Chambel Filho venceu os 1.619 km entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com valentia e competência, conseguindo excelentes resultados: 5º na Geral e 2º na Categoria Clássicos.

Junto a ele, outras três Mercedes-Benz tiveram o prazer de participar desta fantástica prova organizada com maestria pelo pessoal do MG Club Brasil. Graças ao seu empenho, o Brasil tem a sua Mille Miglia.

Outras marcas prestigiaram e deram brilho ao evento, como Porsche, MG, Jaguar, Triumph, Corvette, Alfa Romeo e Ferrari entre outras.

Quem sabe nas próximas edições mais associados sigam o exemplo de Antonio de Lima Chambel Filho e ampliem a participação da MB no evento, com grandes resultados como este.

No link abaixo, mais informações sobre as Estrelas participantes. Não perca!

História

Histórias das Estrelasset/2006 -Por João Motta   Quando o Zero me pediu para escrever umas linhas sobre o Fangio, fiquei muito satisfeito, porque além de ter tido a honra de conhecê-lo pessoalmente, acompanhei bastante sua carreira na década de 50.   Tanto eu, como todos de minha geração, que naquela época eram entusiastas do automobilismo de competição, somos unânimes em considerá-lo como o maior piloto de todos os tempos.Apesar de reconhecer o indiscutível talento de Schumaker, seus 7 títulos mundiais se devem em grande parte aos imensos recursos tecnológicos dos carros atuais, e, à fabulosa equipe que o acompanha, cuja estratégia de corrida foi determinante para muitas de suas vitórias. Lembre-se também, que Schumaker desde a morte de Senna (que era grande admirador de Fangio) até o advento de Alonso numa equipe de ponta, nunca teve adversários à sua altura.   Fangio, pelo contrário, quando ganhou seu primeiro título mundial, aos 40 anos de idade, competia com gênios como Stirling Moss, Mike Hawthorn, Ascari, Giuseppe Farina, Froilan Gonzalez, só para citar alguns.   Nesta época, havia o Campeonato Mundial de Pilotos que era a Fórmula 1 e o Campeonato Mundial de Construtores com carros esporte de várias categorias. Neste último, haviam as corridas mais charmosas (e mais perigosas) como a Carrera Panamericana no México, 12 Horas de Sebring na Florida (USA), 24 Horas de Les Mans na França, Mille Miglia e Targa Florio na Itália. A maior parte dos pilotos corria nas 2 categorias, fazendo mais de 12 corridas por ano.   No ano de 1955 (para mim o ano de ouro de Fangio), competindo pela Mercedes ganhou o Campeonato Mundial de Pilotos e o Campeonato Mundial de Construtores para a Mercedes juntamente com Stirling Moss.   Para se ter uma idéia do que era “domar” um carro na época, a Mercedes correu o Campeonato com a W196R e a W196S (a famosa Flecha de Prata), que eram veículos com chassis tubular, motor de 3 litros com 8 cilindros em linha, à injeção direta, de 330HP, câmbio de 4 marchas e freios a tambor ! ! ! A velocidade máxima era da ordem de 280 km/h, e eram comuns velocidades superiores a 250 km/h na pista de Monza.   O imenso talento de Fangio pode ser resumido em apenas uma prova, o Grande Prêmio da Argentina em janeiro de 1955, quando, sob um calor arrasador, venceu sem se revezar com outros pilotos num tempo de 3 horas, 0 minutos e 16 segundos ! ! ! O segundo colocado (também Mercedes), teve 3 pilotos, e Fangio tinha quase 44 anos de idade.   Hoje, os pilotos além de serem muito mais moços, correm em apenas uma categoria, as corridas têm um tempo máximo de 2 horas, os carros além de serem muito mais seguros contam com recursos de computação e eletrônica que fazem grande parte do trabalho, e a equipe é quem determina a estratégia a seguir.A legendária “Flecha Prateada”, W196S, ou SLR     Os 2 maiores pilotos da época, Fangio e Stirling Moss, ambos pilotos da Mercedes, ao volante das W196R 24 Horas de Lês Mans, onde houve o acidente com a Mercedes de Levegh, matando mais de 80 pessoas, e causando a retirada da fábrica das competições. Note-se o freio aerodinâmico da Mercedes 19 guiada por Fangio  Monza 1955, à esquerda a Mercedes N0 18 de Fangio, cuja réplica está no Museu de Balcarce.     Partida do Grande Prêmio da Itália em Monza, vendo-se Fangio(18), Moss(16), e Kling(20 sem a carenagem que diferenciava as W196R das W196S(SLR). Nesta corrida, Fangio venceu e conquistou o Mundial de  1955        

Comprovação do quanto oSmart é seguro

Sexta-feira, 11/03/11, SP 075, km 68 sentido Campinas, 08:00h. Um Smart da frota da Mercedes-Benz, a110 km/h, tem um encontro involuntário com uma roda de caminhão em sentido contrário, a cerca de 90 km/h

 

Ao primeiro olhar o Smart é "uma gracinha", bonitinho, fofinho e vários outros adjetivos carinhosos e simpáticos. Pouca gente se dá conta da imensa quantidade de tecnologias de segurança envolvidas no seu projeto.

E, também, da maior delas, que é a sua célula de sobrevivência, composta por tipos diferenciados de aço capazes de resistir a forças impensáveis para garantir a integridade dos seus ocupantes.

Pudemos comprovar, com o acidente do nosso companheiro, que o fato de um carro possuir airbags, ABS e vários outros itens eletrônicos de segurança, não adianta NADA se a sua estrutura não for bem desenvolvida o suficiente.

Em matéria de segurança, tudo se soma, mas a base, o ponto de partida, é e sempre será um chassis rígido capaz de proteger seus ocupantes.

Confira no link abaixo a história deste acidente que, por conta de todo o conjunto de tecnologias de segurança colocado no projeto do Smart teve um final feliz.

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